Dizem que a gente tem o que precisa. Não o que a gente quer. Tudo bem. Eu não preciso de muito. Eu não quero muito. Eu quero mais. Mais paz. Mais saúde. Mais dinheiro. Mais poesia. Mais verdade. Mais harmonia. Mais noites bem dormidas. Mais noites em claro. Mais eu. Mais você. Mais sorrisos, beijos e aquela rima grudada na boca. Eu quero nós. Mais nós. Grudados. Enrolados. Amarrados. Jogados no tapete da sala. Nós que não atam nem desatam. Eu quero pouco e quero mais. Quero você. Quero eu. Quero domingos de manhã. Quero cama desarrumada, lençol, café e travesseiro. Quero seu beijo. Quero seu cheiro. Quero aquele olhar que não cansa, o desejo que escorre pela boca e o minuto no segundo seguinte: nada é muito quando é demais.
Caio Fernando Abreu.
{ on, hits}
Somos inocentes em pensar, que sentimentos são coisas passíveis de serem controladas. Eles simplesmente vêm e vão, não batem na porta, não pedem licença. Invadem, machucam, alegram.
Não sou nem um pouco interessante.
Não sigo rótulos. Nem padrões. Nem moda. Nem porra nenhuma que tente classificar e definir como eu tenho de ser- se nem eu o defino, como é que essas merdas vão ajudar?
Sou o tipo de garota que lê muito romance. Leio mesmo, e foda-se. Leio para tentar criar a imagem, a sensação, do amor verdadeiro. Por quê? Porque não existe mais o legítimo e puro amor verdadeiro- se é que um dia existiu. Mas gosto muito de livros, seja eles de qualquer tipo. Gosto sim de Crepúsculo, de Percy Jackson e Harry Potter, problem? Sou sim viciada em The Vampire Diaries. Gosto muito, muito mesmo, de pegar aqueles livros amarelados pelo tempo. E choro lendo. Assim como rio também. Ler, para mim, é uma ótima maneira de esquecer as coisas que acontecem na realidade. Desligo-me completamente do mundo. É incrível poder viver outras vidas, outras experiências.
Gosto de, no momento de pura raiva e ódio, colocar um rock no último volume. Ele pode aumentar, assim como diminuir, essas emoções. E se você preza a sua vida, nem olhe para a minha cara nessa hora. Gosto também de me torturar quando estou triste, colocando músicas mais deprimentes ainda.
Sou meio paranóica quando se trata de erros de português. Têm coisas que fazem os meus olhos doerem cara, sem brincadeira. O que as pessoas tem contra o português?
Sou sincera. Tenho meus princípios. Falo o que penso, mas respeito a opinião dos outros. Não gosto de ver as pessoas ao meu redor tristes. Dado este fato, faço papel de idiota diariamente, várias vezes por dia. Mas vale a pena. Sou conselheira também, e adoro ajudar. O que acho engraçado, e no mínimo irônico, pois ajudo os outros, quando não consigo ajudar a mim mesma.
Meu humor é total e completamente dono de si. Ele faz com ele mesmo o que bem entender. E já aceitei isso. Eu não sei da onde as pessoas tiraram a idéia de que podem controlar seu humor, suas emoções. Cara, põe na sua cabeça que isso é impossível. Assim, você vai ter uma coisa a menos com que se decepcionar.
Sou apaixonada por risadas. Só não força o riso perto de mim, que eu tenho um radar para isso, e a pessoa desce no meu conceito. Velho, se você finge até a sua risada, você pode fingir sobre qualquer coisa.
Tenho 14 anos, e mente de 80.
Bem, se você leu até aqui, já fico muito feliz. Mas, se você quer me conhecer realmente, cria coragem e manda uma ask, em anony mesmo. Me descrever é sempre um fardo muito cansativo. e algo que sempre tenho de fazer novamente, e de novo... Porque a única coisa que é certa sobre mim, é que me chamo Layla.